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Ensaio Escrito Livro Quem mexeu no meu Queijo: metáforas, visão de mundo e mudanças


O Livro Quem Mexeu no meu Queijo é um clássico popular!! Ele contém inúmeros elementos metafóricos que se referem a essência do homem que vivem em sociedade e também, e ao mesmo tempo, tem uma linguagem extremamente simples de se entender. O uso de 4 personagens bem distintos é parte da intrigada e simples rede de nexos e conexões que esse autor conseguiu fazer em seu livro que é realmente brilhante em termos de alusões metafóricas.


Comecemos pelos nossos dois “competidores” chamados de Sniff e Scurry. Esses dois ratos são seres extremamente simples e se assemelham ao nossos outros dois personagens apenas pelo tamanho (aspecto de altura, aspecto físico) e porque tem os mesmos objetivos pontuais: se alimentar. Mas, Sniff e Scurry são ratos e como tal são animais com um nível de elaboração intelectual muito inferior ao dos Duendes (esses são alusão ao homem propriamente dito) e por isso são descritos como seres “instintivos”. São seres que funcionam basicamente no esquema de “estímulo resposta”. Suas emoções, por conta disso, se resumem a dor da fome, a dor da ferida física e a dor da morte. Digo, basicamente. Esses dois ratos, por exemplo, não sofrem de ansiedade porque não podem e não desejam antever e planejar o futuro. Eles basicamente vivem do presente imediato. Obviamente algumas raras exceções de animais estão acima deste “instinto animal”, mas a esmagadora maioria deles esta neste nível de operação “social”. Os outros nossos dois personagens Hem e Haw são evidentemente descritos como seres altamente racionais e movidos por um intelecto muito superior ao dos ratos.


Um intelecto superior é considerado automaticamente como uma vantagem estratégica fundamental para a vida, mas não se traduz exatamente assim em termos práticos. A vantagem definitiva de um intelecto superior (semelhante ao dos homens) é que ele é extremamente mais eficiente e mais rápido em realizar seus intentos ou objetos. No entanto, ele é extremamente mais rápido e eficiente em realizar e não necessariamente em elaborar o melhor intento e o melhor plano. O intelecto humano tem uma séria dificuldade (por conta de sua rapidez e perspicácia) em separar o que é “bom” o que é “mal” em termos de resultados.



 
 
 

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